22 de abril de 2011
Nem sempre é assim
21 de abril de 2011
Você não sabe nada
15 de abril de 2011
Conhecimento é tudo, tudo por conhecê-lo
10 de abril de 2011
Vá e me deixe
Isso, vamos, chega ai, chega mais, vamos logo, preciso terminar isso, logo estaremos lá, tá chegando, espera um pouco, não dá tempo vamos embora, já estou indo, ei estou enrolado com isso aqui, tudo bem, mas não demora que já estamos em cima da hora, ou um minuto, um segundo que seja. ESPERA! Bilhete ao desconhecido

Foi vista lá naquele momento e despertou qualquer que seja aquilo que pode ser sentido, em um dia de momento especial e alegre nem sequer afetado pelos problemas e devaneios que nos acompanham. Foste vista lá, por vezes desde a impressão de que também via. Será? Provavelmente algum comentário maldoso afastou qualquer primeira impressão tua e trouxe à tona a impressão forjada que já prejudicou muita gente há pouco.
8 de abril de 2011
Devaneio norturno
1 de abril de 2011
Quiçá um pouco de mim
O que será de nós quando nos tornarmos o que tanto almejamos? Será que quando o cachorro alcança um carro que tanto persegue tem alguma coisa a fazer ou o sentido daquilo tudo se perde, se é que há algum.Pensamentos fluem, saudades se reencontram pelos becos daquela cidade aparentemente planejada, dizem isso porque ainda não viram a desorganização que habita ali como na mente de quem se perdeu por ai em algum lugar, em algum momento, por alguém o ânimo de levantar e correr atrás do que considera o objetivo, às vezes até isso se perde. É triste!
Mas hoje está tudo bem, está tudo com um sentido estabelecido assim como os conhecimentos que adquirimos nesse meio tempo, será que somos então melhores do que éramos? Afinal a inteligência e a cultura podem auxiliar na formação de um sábio? Quem sabe?
Esteve lá e lá estava por tantas vezes para cumprir um ritual que nenhum pouco agradava a única coisa que era razoavelmente confortante daquilo tudo seria o sentimento de que tudo poderia dar certo, já que a possibilidade se daria só por estar ali. Fazia todas às vezes sem muito interesse, despretensiosamente, sem saber que o despretensioso pode ser um trunfo, um triunfo.
Um homem quando chega num ponto vital da desgraça, torce para não sofrer tanto e transmuta a menor quantidade de prejuízo em lucro, independente da proporção desse sentimento. É estranho... Parece que para não nos perdermos em meio a nossa ingratidão a vida se incumbe de nos mostrar que há pior. Hoje a face da pobreza foi vista, naquele olhar moribundo e no sorriso com poucos dentes, é certo que nada poderia ter sido feito, mas aquilo de alguma forma mudou alguma coisa dentro de algum lugar que não pode ser visto, mas que existe e é vital.
Ainda não nos deixamos desencantar, sempre pode aparecer alguma coisa que nos toque... Cada vez mais difícil isso fica de acontecer, mas é real, ao lado daquele fim estava à esperança naqueles olhos brilhantes, um olhar ingênuo de verdade... Se alguém perguntasse de onde viemos, eu diria que fora dali, daquele olhar.
@adilsongl



