12 de fevereiro de 2012

Por vezes alguns passos para trás avançam mais que outros desesperados à frente, é preciso manter o controle, precisamos de equilibrio. O tempo se esvai por ai, nele mesmo, sim: O tempo voa, mas é preciso calma, precisamos disso.

Veja, olhe para mim e pense comigo; Tens tudo, vontade. É o que interessa, o que importa. Deixe que os outros levem suas vidas a fim de manter o efêmero, que façam de suas existências nada além de uma busca privada pelo trivial. Somos mais que isso. Somos sonhos. Somos luta. Somo sacrificio e ideologia. Somos mais que isso.

Venha cá, dê-me um sorriso. Que tal? Salve o dia com uma gargalhada bem dada, todos ficarão curiosos em saber o motivo, e um dia saberão que é o sabor de vitória ensaiando sua aparição.

Não há poder delegado que seja suficiente para reprimir a essência, do que é real. Eles podem usar do que lhes foi proporcionado hoje para o bel prazer, contudo nem imaginam que nós estamos em curso intensivo de sobrevivência, aprendendo a usar todas as cartas que existem, imagina, hein? Quando nossos meios forem melhores?

É incrível como passamos por vidas e vidas passam por nós, pela nossa, algumas vezes cheio de intensidade que logo cai no abismo do esquecimento, outras que pareciam estar fadadas ao inútil, tornam-se fascinantes. Engraçado, né? Percorremos o mesmo caminho mil vezes com destinos diferentes, mil e uma, mil e outras vezes se for preciso. Tal como o mesmo caminho se mostra para outro lugar, quando o destino é o mesmo não há caminnho dispar que faça se perderem.

Desejo-lhe tudo de bom e o mérito é todo teu. Desejo-me todas as provas pelas quais for necessário passar, pelo bem de minh'alma, as transporei.

E assim seguimos, iremos seja aonde quer que tenhamos de ir, se não mais fosse igual como outrora, o que há de ser? É nas ideias que nos encontraremos.


@diguimaaraes

21 de janeiro de 2012

Desafiado

Dificil obra do destino que coloca tudo à prova para nos alertar ostencivamente o valor das coisas, só não vê quem não quer ver, acometido pela cegueira do conformismo.
Vivemos em tempos agitados e de mudanças, constante dinamismo em que o rodo cotidiano faz questão de se manifestar, dando a falsa impressão de ócio. As coisas estão acontecendo e o tédio é uma escolha, um estilo de vida por vezes necessário à criação, à descontração, ao descaso e ao descanso mental.

Eis-lo aqui, necessidades que precisam ser saciados, não obstante não possam ser tomados como fim, a existência é eterna, mas a vida meu caro... é única. O Importante fazer o que deve ser feito na hora certa ou não, independente dos temores que a cólera social possa desencadear. A verdade está acima das podridões da ambição humana.

Estamos em uma situação desagradável, falta tempo, algum dinheiro, contudo temos paz. Por quanto tempo não desejamos isso? Não desejamos tê-la e deitar com ela para o desncaso noturno... Hoje temos, os maiores muros de ignorância já parecem ter sido superados.

Muitas outras coisas virão, evidente, precismamos evoluir, mas já estamos assumidos em uma definitiva forma para lutarmos. Veja, a corrente está muito forte agora para ser quebrada, vai ser preciso muito mais, lembra? Há pouco aguentávamos tudo sozinhos e calados, agora o único silêncio ensurdecedor... É o de tranquilidade.

Ao homem é preciso espírito de guerreiro para olhar em frente a enxergar êxito. O homem é guerreiro, mesmo que alguns façam questão de vestir o manto da covardia. É preciso vontade de mudar, melhorar, quem não tem medo não tem coragem.

É necessário encarar e seguir, olhar de frente o obstáculo sem parar ou retornar. Quem o transpassa pelo lado ou por atalhos apenas adia o encontro, nada mais; Já os que brigam e entram no jogo saem mais fortes e sentem-se fortalecidos. O certo é o certo a ser feito, mesmo que a hora não seja propícia, pois o errado veste apenas uma máscara de vantagem que logo menos, por certo, se esvairá.

Os desafios não vem quando estamos preparados, eles vem para nos preparar. à luz de um passado benm passsado, um presente entregue e um futuro nada incerto seguiremos nosso caminho. Sob um coração pulsante e uma caneça pensante seremos guiados pela existência, vivendo no limiar entre o novo e o antigo, o eterno e o já bem vivido.


@diguimaaraes

17 de dezembro de 2011

O que há de esperançoso nisso tudo

Serei breve só para dizer o quão há de esperançoso na vida. O que tu pensavas que iria acontecer a ti? Estava errado, pois era muito melhor e transcenderia toda forma de uma possível explicação.

Não é quando há revolta, não é quanto a derrota, muito menos quando há desafio e sim e simplesmente quando não há nada, assim que o vazio toma conta e nos acostumamos a ele é que as coisas mudam e a vida resolve por dar as cartas. E é como vem, e é assim que vem sem ao menos chance de construção, arrebatadora e veloz, por mais que tentemos fugir, parar ou nos esconder sem termos a menor ideia de como ou por que já fomos envolvidos neste teia, até o pescoço ou melhor, até o coração.

A vida não precisa provar nada ela sabe do seu potencial, o que somos nós em face dos dizeres do destino? Talvez tenhamos sido encaminhados até aqui desde muito tempo, talvez o acaso tenha sido apenas generoso. A vida continua, não para, desanda, se perde, mas não se mete onde não deve. A vida te cala, te faz arrepender-se, desesperar-se e sorrir, ela abaixa a tua bola e te coloca nos céus, assim que volta do inferno; Ela guarda o seu orgulho no bolso e ri de você, em um tempo pífio vira teu mundo de cabeça para baixo, te faz sentir ser a pessoas mais feliz do mundo, enche teu vazio de verdade e escancara as mentiras nas verdades que tu considerava até pouco tempo atrás, irrefutáveis.

Você olhará e de pronto enxergará os movimentos, as cores e caras; Você sentirá o teu corpo vivo, trabalhando. Agora não há mais medo de cair, o medo de ir muito longe até insiste, mas não consegue frear a vontade de usar.

Já houve vontade de gritar ao mundo e mostrar, escancarar as coisas por ai para provar a si mesmo que era real e a vida ao ver isso te fez silenciar, te fez silêncio e fez questão de lhe ensinar. “O mundo, o seu mundo agora é outro, meu caro.”

27 de novembro de 2011

Não há a mínima ideia de onde viestes, pode parecer até demagogo demais, mas não se sabe exatamente como isso começou. Lembro-me apenas do acordo de que só poderia ser de outras vidas quem sabe, outras idas e vindas. É estranho sentir tanta intensidade e em verdade será dito: Tudo não passou de um atraso, um atraso para chegarmos até então.

Perceber alguém próximo, dentro, é estar completo sem ser a plenitude desejada de outrora. É tudo e mais um pouco, menos, não é caso de estar ficando louco. A noite não é fria, todavia esteja chuvosa, quase ficamos no meio da rua para mais uma aventura desventurada, agora, aqui, protegidos pelo conforto do lar podemos aproveitar...

Nos aproveitar...

Com sua licença, chamarei alguns companheiros meus de outras horas, solitários momentos de reflexão. No rádio já se é um novo dia, enquanto stairway to heaven, wish you were here, love of my life, I don't want to miss a thing, patience e tears in heaven embalam essa madrugada silenciosa e cheia de saudade.

Saudade do que ainda não foi, esperança do que seria e quem sabe, quem sabe o que há de vir? É tudo tão bom, demasiado importante. Ora, vejas! Somos deveras privilegiados...

Ela já não precisa dizer nada, pois faz parte daqueles sonhos vazios que fez questão de encher de graça e elegância. Ela pensa que não é muita coisa, mas não tem ideia da pouca coisa que pensa em comparação com o que há de sentir-se.

Ei, você... O que haverá de fazer com toda essa verdade?

26 de setembro de 2011

O que há de dizer?

Tudo que eu queria era poder dormir a noite sem me preocupar com o outro dia, era tudo o que eu queria. Acordar pela manhã com a sensação de que curtiria aquele dia, e realmente me divertir, era tudo o que eu sentia.

A excessão de uma regra geral se rende as voluptuosas curvas do destino, traiçoeiras com quem as subestima. Disritmia consequente dos pormenores cotidianas, nada mais é o concreto das linhas tênues bestificados pela preguiça de viver. O cansaço tenta e continua insistindo na vitória do sacrifício que outrora fora abraçado e desejado, na realidade toda força provém de uma covardia qualquer.

Que a ambição desregulada não seja alcançada para que tudo não se torne política, estatística; Porque nada além da essência é real. Nada além do essencial vale a pena. Uma familia normal, um cabelo comum, aspirações legais era tudo o que buscavam, outras apenas vivam e estava tão leve e simplória, contudo o efeito é implacável.

Seja lá como for, normalidade: Qual é o conceito disso,k para o que serve? Seja o que venha a ser acho que perdi algumas oportunidades para tal ou as renunciei, não era nem nunca foi conveniente, verdadeiro.
Siga, faça o que quiser e achar que deve. Entregue-se a esse mundo podre que dita o ritmo do que você diz que é e o que diz ser, não passará d eum ser desprezível como tantos outros.

E agora aqui onde tudo já aconteceu, aaquilo que você sentia, ainda sente, como tudo o que você pensa, me diria?
Não é que desacredite, pelo contrário, acredito sim e tenho certeza, mas com todas estas provas não sinto necessidade, apenas estas provas não sinto necessidade, apenas não sinto necessidade de.


@diguimaaraes

19 de setembro de 2011

Uma escrita qualquer


Sentimos, como nos velhos tempos. Quem diria que precisaríamos dos velhos sentimentos, dos sentimentos vazios e intensos, quem arriscaria nisso? O traçado curiosos do destino nos leva à lugares inimagináveis. Não somos e nunca seremos capazes de descrevermos os pormenores do que está por vir, onde reside mistério pode haver de tudo.

Senta-te e sinta a brisa abafada pelas janelas fechadas, depois que as portas se fecham nada mais deve entrar então o que vem de dentro, bem lá do fundo da alma faz as vezes de visitante. Acompanhe-me nesta melodia meu caro, quase posso sentir o levitar dos nossos espíritos por qualquer lugar desses banhados pela noite dessa lua.

As coisas estão assim agora tão mecânicas, tão frenéticas. É preciso um pouco de verdade, de intensidade. O objetivo, o propósito e o caminho que outrora faltaram já não se escondem, estão bem definidos e traçados. Tudo é uma questão de ponto de visto, tudo o que aconteceu há pouco e o quem vem sendo diluído em existência se não faz, fará algum sentido muito relevante.

Venha até aqui, solidão. Faça companhia a alguns pensamentos submersos em verdades trabalhados e mentiras dissecadas, faça o que quiser caso consiga. O nó na garganta é algo que incomoda frequentemente, muito embora nos faça sentir vivos. As lágrimas desceriam se não houvessem secado, não por tristeza, tampouco por amargura, apenas pela emoção da beleza dos sentimentos. Para quem tem a sensibilidade de senti-los são como pedras preciosas para quem sabe admirá-las, não interessa os valor apenas sua beleza contextualizada à vida.

Por favor, não queremos falar de nostalgia ou saudade esta noite, contudo não seriamos tão indelicados de não convidá-las à mesa sendo que estamos todos no mesmo ambiente. Aprendamos a viver o mais agradável possível, os pesos já não nos desgastam na verdade não se fazem assim tão importantes, aprendemos a viver com leveza.

Não, nenhum sentido atribuído à causa. Apenas um pouco de arte, de transformação em arte. Seja um artista, faça arte com tudo o que puder. Pinte seu destino, escreva tuas estratégias como um legítimo literato o faria, caso seja além do que necessites ouça e apenas ouça a melodia, desta noite. Àquelas palavras. Ah! Àquelas palavras ainda ecoam pelos corredores da memória, lembra-te? Parecem apagar-se com o passar do tempo, a ampulheta esvazia sua areia e a mente o faz também em caráter de saúde... Seja lá como for.

O que foi dito, está dito. O que foi feito, está feito. O que não foi dito se calou de uma vez por todas, mesmo agora não surtirá o mesmo efeito que poderia. O que não foi feito já não existe, haja visto que nunca existiu. Uma coisa é certa: A flecha foi lançada e pode acertar um alvo completamente difuso daquele planejado. Será que isso é bom?



@diguimaaraes

29 de agosto de 2011

Nota ao desânimo

Sei que tu és onipresente e nos presenteia com tua onipresença tomando conta de nós, tomando conta do que poderíamos ser. Estamos aqui buscando permanecer na zona de conforto onde nos encomodaremos com o mínimo possível.

Tanto tempo sem nos encontrarmos, sem uma boa conversa, tanto tempo assim sem dividir pensamentos. Veja, é para alcançar um lugar além que faremos além do que vem sendo feito, se nada der certo... Nada terá dado certo.

Há muito viemos convivendo com você, algumas poucas horas nos livramos e então a realidade se faz em uma compleição agradável, tudo parece ser tão real, um efeito passageiro.

Não tenho crença em outra coisa além de mim ou semelhante, sinceramente já tentei, mas não consigo acreditar que alguém ou algumas coisa que não sei nada além do que ouvir dizer fará o necessário para resolver as aflições. Não! Não espere que outro faça por ti, pois não o fará, por mais que queira.

É. As únicas armas que tens são àquelas que lhe foram dadas e é com estas que deverá ser, caso queira, evidentemente, alguma coisa.

Ser normal, ser comum é muito difícil e prático. É cômodo! E o comodismo é inimigo da realização. Por vezes reclamar é necessário e não será solução, porém. Há dias que apenas a paz e o socego nos deixam tranquilos, é o que buscamos, mais nada não.

Seja como for só é preciso deixar registrado que ser oposto à maioria torna-se algo saudável quando esta age como uma boiada. Precisamos ser mais, conseguir ser mais. Não nascemos prontos, estamos nos aprontando para nascer como gostariamos, como sonhamos ser.

É preciso sacrifício para que as coisas saiam bem feitas, de forma correta, sacríficio este que será proporcional ao escopo traçado, nesse arcabouço de comportamento parece que você, desânimo, é rei, mas não se aventura a acomodar-se porque eu, quase acreditei que não era também.



@diguimaaraes